Falta de legalização coloca fiscalização de motoboys em impasse

A fiscalização dos serviços de motoboy e mototaxista deve ser feita pelos municípios, segundo a nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), mas em Ribeirão Preto, segundo a Transerp, empresa que gerencia o trânsito de Ribeirão, a fiscalização depende da aprovação da legalização do serviço no município. Já há um projeto nesse sentido na Câmara de Vereadores, mas não há prazo para uma definição do assunto.

Pela nova resolução, mototaxistas e motoboys serão obrigados a instalar, dentro de um ano, itens de segurança nas motos, entre elas antena contra linha de pipas e protetor de pernas no motor e no escapamento. Além disso, precisam ter certificado de um curso profissionalizante de 30 horas, autorizado pelo Contran.

As prefeituras têm até o final do ano para regulamentar as profissões de motoboy e mototaxi e começar a fiscalizar o cumprimento das determinações do Contran.

O presidente do sindicato que representa a categoria, Danilo Pereira, o assunto deve ser tratado com urgência, pois existem, em Ribeirão Preto, 8 mil motociclistas que fazem o transporte de carga e passageiros, e como a profissão não é regulamentada, atuam de forma irregular.

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